Panambi intensifica combate ao mosquito da dengue

Texto e foto: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Panambi

Para atuar no combate ao mosquito da dengue, nas imediações de onde são registrados casos suspeitos de contaminação, a Secretaria Municipal da Saúde de Panambi adquiriu inseticida autorizado pela Organização Mundial da Saúde.

O Governo do Estado alega que está em falta o inseticida para as aplicações e não está fornecendo o produto para os municípios.

Para não diminuir o combate, a Secretaria Municipal da Saúde de Panambi adquiriu, com recursos próprios, 40 litros de inseticida adequado para utilização em área urbana, que está sendo aplicado pelos agentes de combate a endemias, nos focos verificados, conforme orientação e normativas da vigilância em saúde.

Mesmo sendo medida bastante cobrada pela população, o chamado “fumacê”, ou dedetização indiscriminada pela área urbana, é considerada medida de baixa eficácia e, além da baixa eficácia, estudos indicam que o contato recorrente com o inseticida pode causar contaminação, junto com consequências colaterais ao meio ambiente, como mortandade de abelhas e desenvolvimento de outras doenças.

A Administração Municipal tem agido em várias frentes para combater o mosquito transmissor, mas a principal forma é a eliminação de locais onde o mosquito possa se reproduzir. Por isso, os agentes de combate às endemias têm feito a fiscalização de residências, pátios e terrenos baldios, em toda a área urbana.

Ainda na semana passada, esses profissionais receberam capacitação sobre a legislação vigente, sobre as formas legais de fiscalização das residências, inclusive sobre multas para os proprietários de imóveis onde focos do mosquito são encontrados de forma recorrente.

Cuidados especiais:

• Além do combate aos focos de criadouros do mosquito, eliminando água parada em ralos, calhas, vasos de plantas, garrafas e qualquer superfície que possa acumular água, as pessoas podem utilizar repelentes pessoais como aliado na proteção à dengue, especialmente nas primeiras horas da manhã e depois das 16h da tarde, com atenção especial para crianças, idosos e pessoas com mais baixa imunidade.

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