Fecolônia supera a marca dos R$ 50 mil em vendas na primeira semana

Em entrevista à Rádio Sulbrasileira, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Ambiental, Rafael Jacques de Oliveira, afirmou que a Fecolônia superou a marca dos R$ 50 mil em vendas na sua primeira semana de funcionamento. A feira encerra no final de setembro.

Deste valor, estima-se que 17% é referente aos artesões.

“Estamos levantando os números na segunda semana e devemos ultrapassar a casa dos R$ 60 ou 70 mil em negociações, o que dará um número bastante significativo visto a realidade que nós temos. (…) Nós tínhamos idealizado poder bater a casa dos R$ 250 mil em negociações, mas não tínhamos certeza de que isso poderia ser atingido.”

Diante da pandemia do coronavírus, a feira precisou adotar um protocolo rigoroso se funcionamento, com medição de temperatura e álcool em gel, por exemplo. “Cada expositor ganha uma máscara nova quando chega de manhã e ao final da manhã é descartada em um lixo próprio e no início da tarde recebe uma nova.”

O secretário recebeu que o retorno tem sido positivo, seja quanto ao atendimento dos feirantes e da equipe de vigilância de saúde. “Pessoas nos parabenizando porque puderam comprar uma série de coisas para fazer um café da manhã com a família. Então, essa questão de abrir no domingo está dando certo”, afirmou, sinalizando que o funcionamento da feira aos domingos poderá continuar mesmo após o fim da Fecolônia.

“Após a Fecolônia, teremos uma grande mudança na forma como a Feira do Produtor é tratada”, ressaltou. “Vamos dar a possibilidade de ter mais feirantes e aumentar o tempo da feira, sábado a tarde e domingo de manhã. Estamos trabalhando na futura agenda da Feira do Produtor, pós-Fecolônia, e tratá-la de uma feira diferente e tenho certeza que a comunidade vai gostar muito.”

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