Dengue: aumenta para 135 o número de casos na região

Municípios da área de abrangência da 17ª Coordenadoria Regional da Saúde, com sede em Ijuí, tiveram um aumento no número de casos de dengue.

Em menos de um mês, foram registrados mais 57, passando de 78 para 135 a quantidade de pacientes que testaram positivo para a doença. Ou seja, a quantidade quase que dobrou.

Dos 135 casos confirmados, 119 (88%) são autóctones, ou seja, contraídos dentro dos municípios, enquanto que 16 (12%) são importados.

Além disso, há 50 casos em investigação – destes, sete estão em Panambi – e 178 foram descartados.

Das vinte cidades que compõem a 17ª CRS, metade apresenta casos. Ijuí lidera com 70 casos (63 autóctones e sete importados), seguido por Santo Augusto com 30 (todos autóctones) e Panambi com 16 (15 autóctones e um importado).

Na sequência, estão Crissiumal (7), Humaitá (5), Jóia (2), Pejuçara (2), Campo Novo (1), Bozano (1) e Ajuricaba (1).

Já Augusto Pestana, Catuípe, Chiapetta, Condor, Coronel Barros, Inhacorá, Nova Ramada, São Martinho, São Valério do Sul e Sede Neve.

Rio Grande do Sul

Até o dia 2 de maio, o Rio Grande do Sul registrava 2.275 casos confirmados, sendo que 1.903 são autóctones e 372 importados. É o triplo da quantidade registrada no mesmo período do ano passado, 710.

As mulheres correspondem a 58% dos casos, 1.324, e os homens 42%, 951. Já as faixas etárias mais atingidas são dos 30 a 39 anos (431), 40 a 49 anos (395) e dos 20 a 29 anos (394).

Até o momento, o RS registra quatro óbitos, nos municípios de Santo Ângelo e Santo Cristo.

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (SES), todos os municípios gaúchos com casos autóctones são considerados infestados pelo Aedes aegypti. Neste momento, são 386, incluindo Panambi.

Brasil

Conforme o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, há 676.928 casos prováveis de dengue no país,
representando uma taxa de incidência de 322,1 casos por 100 mil habitantes. A pasta não divulga o número de casos confirmados.

Até o momento, foram confirmados 265 óbitos por dengue. Há também 485 casos de dengue grave (DG) e 6.050 casos de dengue com sinais de alarme (DSA).

A faixa etária acima de 60 anos concentra 58,1% dos óbitos confirmados (154 óbitos) por dengue, com uma
distribuição semelhante em ambos os sexos.

A taxa de letalidade por dengue foi maior entre os idosos a partir dos 60 anos e, dentro dessa categoria, os mais acometidos foram aqueles com 80 anos ou mais.

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