Covid-19: mundo supera a marca de 3,1 milhões de casos e 225 mil mortes

A pandemia de coronavírus superou a marca dos 3,1 milhões de infectados e de 225 mil mortes em todo o mundo, conforme os dados da Universidade John Hopkins. A quantidade de recuperados é de 959 mil.

Os Estados Unidos, considerado o novo epicentro do Covid-19, registra até o final da tarde de quarta-feira (29) 1.030.487 de pessoas infectadas. Em um dia, 2.207 pessoas chegaram a morrer pela doença. O país lidera o número de mortes no mundo, 60.207. Mais americanos foram vítimas do coronavírus do que na Guerra do Vietnã, conflito que durou cerca de duas décadas.

O presidente Donald Trump disse nessa terça-feira (28) que o país está considerando testar passageiros de voos internacionais provenientes de locais com grande número de casos de coronavírus. Ele afirmou que o Brasil pode ser incluído nessa medida.

“Estamos estudando fazer isso para voos internacionais procedentes de áreas que estão altamente infectadas”, disse Trump em evento na Casa Branca. Segundo o presidente, o Brasil é um dos países que “está entrando na categoria” de polo do vírus.

As mortes pela epidemia de Covid-19 na Itália subiram em 323 nesta quarta-feira, contra alta de 382 no dia anterior, conforme a Agência de Proteção Civil do país. São 27.682 mortos e 203.591 casos. Enquanto a contagem diária de novas infecções ficou em 2.086, praticamente estável ante as 2.091 registradas na terça-feira.

O número total de mortos desde o surgimento do surto, em 21 de fevereiro, agora é de 27.682, segundo a agência, a segunda maior soma de mortes em decorrência da doença no mundo, depois dos Estados Unidos.

Reino Unido mantém confinamento

No Reino Unido, que registra o segundo maior número de mortes na Europa, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, pediu para que os britânicos “contenham a impaciência” e defendeu a manutenção do confinamento em vigor para evitar uma segunda onda de infecções da covid-19.  São 26.166 mortes e 166.440 infectados.

“Temos de reconhecer o risco de um segundo pico, o risco de perder o controlo deste vírus e deixar que a taxa de contágio volte a subir. Porque isso significaria não só uma nova vaga de mortes e doença, mas um desastre econômico”, justificou. 

Boris Johnson falou na porta da residência oficial, em Downing Street, para onde regressou no domingo após duas semanas fora de Londres se recuperando da infecção com o coronavírus.

Apesar do aumento de mortes, Espanha mantém flexibilização 

Na Espanha, onde há 236.899 casos, já foram registradas 24.275 mortes. O país, registrou 325 mortes pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, ante 301 do dia anterior.

As autoridades de saúde disseram que a epidemia está evoluindo favoravelmente enquanto o país se prepara para um alívio gradual da quarentena a partir da próxima semana.

“A evolução que estamos vendo ainda é muito favorável e está alinhada com o que esperávamos”, disse o coordenador de Emergência em Saúde, Fernando Simón, em entrevista coletiva na quarta (29).

O número diário de mortes caiu acentuadamente em relação ao recorde de 950 registrado no início de abril.

Com informações de Agência Brasil e Reuters

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