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TRADICIONAL AULA INAUGURAL DA ESCOLA RUI BARBOSA ACONTECE DIA 18

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PROGRAMAÇÃO PARA AULA INAUGURAL
18/02/2019
Acolhida (Diretora Cris):
 Saudação;
 Apresentação da Equipe Gestora, Professores e Funcionários;
 Agradecimento aos presentes (SMEC, Presidente da ACPM, colaboradores, Semente Mágica, aos pais, alunos e familiares);
 Justificativa da Aula Inaugural;

Momento de Reflexão (Pastor);

Assembleia da ACPM – Eleição da Nova Diretoria
Divisão das turmas e acolhida na sala de aula:
 Saudação pelo professor;
 Dinâmica de grupo com pais e alunos;
 Metodologia do professor;
 Rotina da escola: horários, regras, avaliações, provas, trabalhos, estudos de recuperação, faltas…
 Entregas dos materiais solicitados pela escola;
 Haverá venda de Lanches;
Observação:
• Divulgação: Carro de Som nos Bairros da Comunidade Escolar, Meios de Comunicação (Rádio Sul Brasileira – Programa Fala Comunidade) Claudia e Cristiane.
• Registro da Aula Inaugural: Blog da Escola através de fotos, texto no Jornal local, e registro em ATA da ACPM.
• A Proposta da Aula Inaugural é flexível e aberta a sugestões pela SMEC e grupo de trabalho da escola. Caso aprovada a proposta será dado encaminhamento e operacionalização da mesma pela Equipe Gestora.
PROPOSTA PARA A AULA INAUGURAL/ 2019

JUSTIFICATIVA
A intenção de realizar uma aula inaugural a noite, no primeiro dia, vem ao encontro dos anseios da comunidade em relação a participação na vida escolar do aluno. Desta forma a família tem a oportunidade de conhecer a escola e sua Proposta Pedagógica, bem como sua metodologia de trabalho.
A Proposta Pedagógica da escola (2008) no primeiro bloco, denominado Aprendendo a conhecer, refere-se ao conhecimento da população a ser atendida pela escola e da comunidade na qual se insere. Refere-se também a importância da existência de um canal de comunicação entre a escola e a família, bem como as propostas que a escola tem para interagir e integrar a escola, a família e a comunidade.
Paulo Freire (2011) falava sobre a ideologia fatalista do discurso solto no mundo e, que insiste em convencer-nos, de que nada podemos contra a realidade social, manifestada em frases como: “A realidade é assim mesmo, que podemos fazer?” ou “Os pais não participam da vida escolar dos filhos!” que determinam que só há uma saída para a prática educativa: adaptar-se a realidade que não pode ser mudada.
A proposta Pedagógica da Escola, no diagnóstico aponta para alguns problemas: a reprovação, a repetência, a infrequência, a rotatividade e o desinteresse pelos estudos e pela continuidade da escolarização. É preciso que todos, na escola, acreditem na importância das experiências informais dos pátios, das festas em variados gestos cheios de significação dos alunos, dos seus familiares e dos profissionais da educação, para que possamos melhorar o discurso formador, que uma escola respeitada faz em seu espaço, pois há uma pedagogia indiscutível nas relações estabelecidas nos diferentes momentos escolares, melhorando o canal de ligação entre escola e comunidade.
Entendemos que a Aula Inaugural é um momento fundamental para a integração da comunidade com o ambiente escolar conhecendo e vivenciando experiências, buscando a construção de um ambiente favorável à produção do conhecimento.

OBJETIVOS
O contato com pais ou responsáveis é rico, pois os professores não estão presentes na hora das matrículas e rematrículas, dessa maneira, a Aula Inaugural é um contato possível para conhecer a família e obter as primeiras impressões sobre o futuro aluno. É por isso que esta experiência é muito importante ao exercício educativo e à construção dos laços entre a família e a comunidade escolar.

Na Proposta Pedagógica da Escola (2008) encontra-se:
“A família, a escola e a comunidade são responsáveis pela formação das crianças que no futuro conduzirão a sociedade a que pertencem, por isso, a integração entre elas é fundamental, para a construção de uma sociedade mais democrática e pluralista. Porém, a participação das famílias não deve estar sujeita a uma única possibilidade. As instituições educacionais precisam pensar em formas mais variadas de participação de modo a atender necessidades e interesses também diversificados. As trocas recíprocas e o suporte mútuo devem ser a tônica do relacionamento.”

Paulo Freire (2011) reforça esta ideia, quando diz que é necessária a ampliação e diversificação das fontes legítimas de saberes e a necessária coerência para assumirmos uma postura vigilante contra todas as práticas de desumanização. Desumanização, neste caso, é a admissão como realidade posta, a de que os pais não participam da vida escolar dos filhos e não assumem, juntamente com a Escola, o compromisso de educar as crianças e os jovens.
Uma das tarefas mais importantes da prática educativo-crítica é propiciar as condições para que os educandos, os profissionais de educação e a família, em suas relações uns com os outros e todos com a escola, ensaiem a experiência profunda de assumir-se como ser social, pensante, comunicante e sujeito de sua história.

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